sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Dra. Janete fala sobre infância






O que você teve na sua infância e gostaria que os seus filhos tivessem hoje?

Quando eu era criança, a primeira coisa que eu fazia quando chegava da escola era procurar a minha mãe que estava sempre em casa naquela hora. Era muuuito bom mesmo....

O que os seus filhos têm hoje e você gostaria de ter tido na sua infância?

Meus filhos já foram para a Disney, o que é normal para algumas crianças de hoje, mas na minha infância e para a minha família, isto era um sonho inatingível. Além disso, meus filhos têm acesso a informações do mundo todo pela internet, com a rapidez de um “click”, isto é fantástico!


Definindo a infância num jogo rápido


  • · uma música da infância:“Jingle Bells” (eu sempre adorei o Natal)


  • · uma propaganda na sua época de infância:

Propaganda da “Bala Kids” com aquela música: “roda, roda, roda baleiro atenção, quando o baleiro parar ponha a mão...”.





  • · uma estória infantil: “Pedro e o Lobo”



  • · uma lenda urbana: O pote de ouro no fim do arco-íris (não era exatamente uma lenda urbana, era mais um desejo pessoal...)



  • · um programa favorito: “Os Flintstones”






  • · um cheiro de infância: cheiro de bolo de laranja
  • · um gosto de infância: gosto de bolo de laranja
  • · um sonho de infância: ir para a Disney
  • · a profissão desejada: ser médica
  • · um brinquedo desejado: uma bicicleta









terça-feira, 11 de outubro de 2011

Dra. Ivani fala sobre infância




O que você teve na sua infância e gostaria que o seu filho tivesse hoje?

Na minha infância tive minha mãe durante o dia todo ao meu lado, porque ela cuidava de mim, de minha irmã e de meu irmão. Sei que ela sacrificou muito da sua vida pessoal por conta deste trabalhão que nós demos, mas acho que o resultado foi muito bom, vendo hoje os adultos que nos tornamos.

Infelizmente não posso ficar com o meu filho todo o tempo que eu gostaria, pois muito do meu tempo eu dedico ao meu trabalho, o que não deixa de me gratificar. Mas sempre fica uma saudade do Fernando e uma vontade de ficarmos mais tempo juntos.


O que o seu filho tem hoje e você gostaria de ter tido na sua infância?

Meu filho tem a oportunidade de viajar comigo e com meu marido para lugares que eu nem imaginava que existiam quando eu tinha a idade dele. Já teve a oportunidade de nadar com golfinhos, de ver tubarões de pertinho, de experimentar sabores de outros lugares distantes daqui. A vivência que ele tem com seus nove anos está a quilômetros de distância daquela que eu tinha na mesma idade e a sensação de que as coisas são possíveis é inigualável. Com certeza ele terá a oportunidade de escolher mais opções para seu próprio futuro, pois terá muito mais conhecimento do mundo.


Definindo a infância num jogo rápido


  • · uma música da infância:


“ Por faaaavor. Pare agora. Senhoooor Juiz. Pare agora...” Roberto e Erasmo Carlos ( até dublei a Wanderléa na festa da escola. Afe!)


  • · uma propaganda na sua época de infância:


Casas Pernambucanas. A música era assim: ”Quem bate? É o frio. Não adianta bater, eu não deixo você entrar. As Casas Pernambucanas, é que vão aquecer o meu lar. Vou comprar flanelas, lãs e cobertores eu vou comprar, nas Casas Pernambucanas e não vou sentir o inverno passar”. Quem ouviu uma vez, nunca esquece.





  • · uma estória infantil:
Todas as estórias da coleção Disquinho, com aqueles vinis pequenos todos coloridos. Tinha e ouvia todos mil vezes na minha vitrola.(As mesmas estórias eu ouvi mil vezes de novo com o Fernando. Só que em CDs no carro)





  • · uma lenda urbana:


O homem do saco ( eu morria de medo dele, sem nunca ter visto)

  • · um programa favorito:


I Love Lucy, não perdia um episódio!

  • · um cheiro de infância:


De pão italiano que eu ia comprar em uma padaria e via tirar do forno, quase queimando a mão, de tão quente.

  • · um gosto de infância:


Bala Soft (que de soft não tinha nada, às vezes a gente engolia inteira e doía até o esôfago)

  • · um sonho de infância:


viajar de avião ( o que eu só fui fazer beeeem mais tarde)

  • · a profissão desejada:


sempre pensei em ser médica ( pediatra, foi só no final da faculdade)

  • · um brinquedo desejado:


Autorama (mas era de menino e eu nunca pedi)












segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dra. Lídia fala sobre infância







O que você teve na sua infância e gostaria que os seus filhos tivessem hoje?

Na minha infância eu pude brincar muito de pega-pega e esconde-esconde na rua de casa. Era uma época mais simples, menos perigosa. Não havia preocupação com assaltos, seqüestros e outros tipos de violência nos assombrando. É de brincar no campinho e na pracinha que me lembro com saudade e gostaria que minha filha tivesse um pouquinho disso, sem precisar ficar rodeada por muros e cercas.




O que os seus filhos têm hoje e você gostaria de ter tido na sua infância?

Fico admirada com a desenvoltura que as crianças atualmente têm com todos os instrumentos que a informática oferece. Na minha época para fazer um trabalho de escola, íamos à biblioteca e fazíamos as pesquisas nos livros. Então,se fosse possível,eu gostaria de ter tido acesso a todas as atuais facilidades de pesquisa para os meus trabalhos escolares.



Definindo a infância num jogo rápido


  • uma música da infância: Ben ( Jackson Five)




  • uma propaganda na sua época de infância: Cobertores Parahyba com a música: “ Tá na hora de dormir, não espere mamãe mandar. Um bom sono prá você e um alegre despertar”



  • uma lenda urbana: A loira do banheiro de escola( nem conheci o banheiro da escola)




  • uma estória infantil : A Bela Adormecida




  • um programa favorito: A Princesa ( Safiri) e o Cavaleiro




  • um cheiro de infância: Alfazema




  • um gosto de infância: Paçoquinha “AMOR”







  • um sonho de infância: Conhecer a Disney ( conheci já adulta)




  • a profissão desejada: Professora, é claro




  • um brinquedo desejado: Patins ( até hoje)








domingo, 9 de outubro de 2011

A infância segundo três pediatras - uma homenagem ao dia da criança



Nesta semana, o Pediatrio terá três publicações especiais, em homenagem ao Dia da Criança. Em cada uma das publicações, uma das três pediatras falará um pouco de sua infância, através de suas memórias desta fase tão gostosa da vida.

Não deixem de acessar e compartilhar conosco estas lembranças e pensamentos.


Ivani, Lídia e Janete


Ciência divertida para crianças






Eu conheci uma cientista maluca em uma festa! Isso mesmo, uma cientista maluca da Madscience. A Madscience (ciência maluca, em português) é uma empresa canadense que atua em escala global ensinando ciências de forma lúdica para crianças de 4 a 10 anos. Está presente em mais de 20 países e é certificada pelo Centro de Ensino da NASA.


Aqui em São Paulo, a Madscience trabalha em escolas, de forma extracurricular, ajudando na solidificação dos conhecimentos de ciências e física. As crianças aprendem brincando, pois participam dos experimentos ativamente (alucinadas).

Além das escolas, os cientistas malucos da Madscience também fazem “apresentações/experimentos” em acampamentos, hotéis e festas de aniversário (foi em uma festa de aniversário que eu conheci este trabalho). É incrível ver as crianças excitadas com o aprendizado que estão adquirindo e, sem dúvida, esta pode ser uma ótima escolha para animar um evento infantil.

Veja no vídeo abaixo um pouquinho desta experiência e, para obter mais informações, acesse o site www.madscience.com.br As crianças também podem curtir um pouco das experiências pela internet, na TV UOL, ou pela televisão, na TV Rá Tim Bum, no programa Física Divertida.













quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A importância dos brinquedos e brincadeiras na infância




Brincadeira é coisa séria! Além da diversão que a brincadeira proporciona, através dela, a criança aprende o que é ganhar e o que é perder. Ela também aprende sobre regras, sobre conviver em grupo e sobre respeitar.


Faz parte do crescimento saudável que a criança desenvolva um critério interno do que é certo e o que é errado, e à medida que a criança enfrenta os desafios das brincadeiras, ela aprende a lidar tanto com as frustrações como com as conquistas. Assim como brincar em grupo, a criança também precisa ter os momentos de brincar sozinha. Nestes momentos a criança exercita a sua imaginação. É comum observá-las em longos diálogos com um “amigo imaginário” ou imitando alguma situação que elas vivenciam no dia a dia.

Muitas vezes, já observei minha filha de três anos com um livro nas mãos, contando estórias para alguma boneca, repetindo uma prática diária em nossa rotina.

No mundo atual, em que o acesso às informações e às novidades atinge todas as crianças, desde a mais tenra idade, é muito importante ressaltar que os pais devem estabelecer critérios ao presentear os filhos. Por exemplo: datas como aniversário, dia das crianças e natal ou outra data especial em que elas sabem que receberão brinquedos. Pontuar estas datas representa um cuidado necessário para que as crianças não se sintam amadas apenas quando recebem os agrados materiais.

Guardar e zelar pelos brinquedos devem ser incentivados para que as crianças aprendam a valorizar o que é seu, estimulando assim, o sentimento de gratidão pelo que recebemos.

Então, brincadeira, além de ser coisa séria, também é coisa de gente grande.








domingo, 2 de outubro de 2011

Doença do refluxo gastroesofágico


Ilustração: Claudia Marianno

No final do esôfago, na transição com o estômago, existe uma válvula que impede que o conteúdo ácido do estômago volte para o esôfago. Esta válvula tem períodos de relaxamento, que podem ocorrer normalmente algumas vezes ao dia, permitindo que o conteúdo do estômago reflua para o esôfago. Em bebês até um ano de idade, o refluxo pode ser fisiológico, ou seja, não representar uma doença. Portanto, quando o bebê regurgita, mesmo que de uma forma freqüente, isto é normal. Chamamos esta manifestação de refluxo gastroesofágico e ocorre de forma mais freqüente em bebês pequenos, pelo fato de serem alimentados apenas com líquidos e permanecerem deitados a maior parte do tempo, facilitando a volta do conteúdo do estômago para o esôfago.

Existe uma condição em que o refluxo passa a ser patológico. É a chamada doença do refluxo gastroesofágico. O que diferencia a condição normal de refluxo da condição patológica são as conseqüências deste refluxo na criança. Há três situações que seriam consideradas patológicas:

A criança vomita grandes quantidades de leite o dia todo e não consegue ganhar peso por este motivo. Esta é a situação menos freqüente.
O bebê começa a mamar e, poucos minutos depois, começa a chorar, jogando a cabeça para trás formando um arco com o corpo, de tanta dor. Nesta situação, pode nem haver regurgitação ou vômito. Só muita dor.
O bebê regurgita ou vomita muitas vezes e tem muita dor ao mesmo tempo.

Nestas situações, há necessidade de se medicar a criança, pois a dor incomoda muito e impede que as mamadas sejam tranqüilas e com uma rotina. Ocorrem, com freqüência, mamadas curtas, pois a dor as interrompe. O bebê acaba não conseguindo mamar até o final e dormir direito, acordando e apresentando fome antes da hora. A rotina passa a não existir.

A doença do refluxo gastroesofágico não é rara, porém, na grande maioria dos casos, só se inicia após um mês de vida (é lógico que há exceções). Se estas situações lhe soam familiares, não deixe de comentar com seu pediatra.









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